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ou coloque-nos uma questão aqui.
O iGEST é uma plataforma de gestão online, certificado pela Autoridade Tributária sob o número 1480/AT. Este software permite, de uma forma simplificada, gerir a faturação da sua empresa.
Todas as pessoas podem utilizar o iGEST desde que sejam sujeitos passivos de imposto sobre o rendimento (IRS ou IRC). O iGEST está adaptado a todo o tipo de sujeitos passivos e negócios, independentemente da sua dimensão ou da formação dos seus utilizadores.
A plataforma de faturação iGEST está disponível nos idiomas Português e Espanhol.
Deverá proceder ao seu registo no portal iGEST. Nesse momento, serão disponibilizadas credenciais de acesso à plataforma de faturação. Oferecemos ainda um período de utilização gratuito de 30 dias , sem compromisso, para que se possa ambientar ao funcionamento da plataforma iGEST.
Pode entrar em contacto com o nosso apoio, todos os dias úteis das 8h30 às 19h00 pelo telefone 707 451 451 ou a partir do email apoio@igest.pt, e retirar todas suas dúvidas.

O iGEST dispõe ainda de outra ferramenta: o acesso remoto. A partir desta alternativa, podemos solucionar as suas questões em tempo real. Para iniciar o suporte remoto ao seu computador, por favor utilize o seguinte aplicativo: TeamViewer
Sim. O iGEST é certificado pelas Normas de Qualidade ISO 9001 e de Segurança da Informação ISO 27001, o que garante uma monitorização dos procedimentos internos, segurança e confidencialidade dos seus dados.
Sim, é possível importar clientes, fornecedores, artigos e encomendas de outras plataformas.
Sim, poderá associar vários locais de emissão ou filiais à sua entidade.
Sim, ao criar um utilizador poderá personalizar e limitar as permissões, por filial, série de faturação ou por tipo de documento.
A partir do dia 1 de janeiro de 2014, foram alteradas as condições de certificação de programas de faturação, passando a ser obrigatório para utilizadores de softwares produzidos internamente e sujeitos passivos com volume de negócios anual superior a 100.000€. Se tiver um volume de faturação inferior a 100.000€ pode utilizar à mesma um software de faturação certificado, permitindo-lhe gerir o seu negócio e cumprir todas as obrigações extraordinárias.
Segundo a Lei n.º 75-A/2014, se a sua empresa não utilizar um software de faturação certificado, poderá ter uma coima entre 1.500€ e 18.750€.
O portal iGEST utiliza as melhores práticas de desenvolvimento de forma a garantir a compatibilidade com os principais browsers (Internet Explorer, Firefox, Opera, Safari e Chrome) e sistemas operativos (Windows, Mac OS e Linux).
Não. O software iGEST está alojado na Cloud, pelo que não necessita de qualquer instalação ou configuração. Para além de estar sempre disponível no seu computador (pelo portal, bastando para isso aceder em www.igest.pt) poderá utilizá-lo também nos dispositivos móveis (a partir da aplicação iGEST mobile). Para tal, precisa apenas de aceder e utilizar as suas credenciais - introduzindo a designação de utilizador e a sua password.
Qualquer impressora capaz de imprimir em formato A4 ou A5 é compatível e poderá ser utilizada.
Sim, o iGEST coloca ao seu dispor uma aplicação móvel que poderá descarregar gratuitamente a partir do Google Play para o seu smartphone Android e a partir do iTunes para o iOS (iPhone e iPad)
A aplicação móvel iGEST é compatível com todas as versões do sistema operativo Android a partir da versão 2.3. e com todas as versões para o IOS.
Sim. A aplicação móvel disponibilizada no Google Play e no iTunes adapta-se às dimensões do ecrã dos dispositivos móveis, independentemente de se tratar de um smartphone ou de um tablet.
Pode descarregar em:
Não, o download da aplicação móvel é totalmente gratuito.
A partir do iGEST mobile pode emitir guias de transporte, faturas, recibos e notas de crédito.
Não, com a aplicação mobile do iGEST não precisa de internet para emitir faturas ou outros tipos de documentos.
Desde que tenha sincronizado nos últimos 28 dias (para isso, basta que durante esse período tenha ligado a sua aplicação à internet), poderá utilizar o modo offline em qualquer lugar, no seu telemóvel Android.
Pode imprimir as suas faturas via Bluetooth para qualquer impressora móvel ou usando o Google CloudPrint. A partir deste serviço gratuito, pode partilhar as suas impressoras de forma a possibilitar a impressão direta a partir do seu dispositivo móvel com internet.
Para realizar a sincronização dos documentos emitidos, aceda no menu da sua aplicação iGEST, no seu dispositivo Android, ao campo "Início". Após a apresentação de um novo menu, clique no campo "Sincronizar dados", onde será apresentado os dados a comunicar e/ou descarregar.
a) Para configurar a impressora no seu dispositivo aceda às definições do seu tablet ou smartphone. No campo Bluetooth, selecione a impressora que pretende utilizar e clique em "Emparelhar".

b) Para configurar no portal iGEST online, deverá aceder ao backoffice, "Entidade" > "Configurar" e no separador Mobile indicar qual a impressora que pretende utilizar.

c) Para configurar o iGEST offline, na aplicação mobile, aceda ao Menu principal e, no campo "Configurar Impressora", selecione a impressora a utilizar.
Contacte os nossos serviços de apoio através do 707 451 451 ou por email, para apoio@igest.pt. Estamos ao seu dispor para lhe recomendar o modelo de impressora que melhor se adequa às suas necessidades e explicar como o pode adquirir.
Sim, as suas credenciais de acesso são válidas em ambos os acessos. O iGEST é uma ferramenta versátil que se adapta a todas vertentes da sua atividade profissional, independentemente do dispositivo que preferir utilizar.
O iGEST está adaptado a qualquer tipo de negócio ou situação profissional. A versão POS consiste num sistema que pode ter no ponto de venda, que responde, por exemplo, às necessidades de um café, restaurante ou hotel, no qual consegue pré-definir quais os produtos que vende e os seus preços.

Na versão para tablet, o seu POS deixa de estar fixo, estático e apenas num só local. Pode utilizar o ambiente POS a partir do seu tablet Android, podendo faturar sem ter que adquirir uma caixa registadora, deslocar à caixa ou ficar impedido de faturar ao mesmo tempo que os seus colegas de trabalho.

Se preferir que o seu POS fique fixo, pode utilizar o seu computador ou o equipamento próprio para o efeito.
Sim, desde que tenha acesso à internet.
Não, a versão POS pode ser utilizada no seu tablet Android, mesmo sem internet.
Sim, com o iGEST pode usar a forma que mais se adequar ao seu tipo de negócio. Porque sabemos que um negócio nunca pode estar limitado a uma única forma de emissão da sua faturação, dispomos de diversas alternativas e funcionalidades para a otimização do seu negócio.
Com o iGEST pode emitir: Faturas, Recibos, Faturas Simplificadas, Notas de Crédito, Notas de Débito, Guias de Transporte, Guias de Transporte Global, Guias de Consignação, Folhas de Obra, Guias de Remessa, Guias de Abate, Notas de entrega de receita, Fatura Pró-forma e Orçamentos.
Se tiver uma impressora pode emitir a sua faturação em papel. Caso não tenha, ou pretenda conciliar, também pode enviar por correio eletrónico, em PDF, aos seus clientes.
Sim. Se precisar de adicionar o seu contabilista ao iGEST, para que este consiga consultar diretamente os relatórios contabilísticos gerados, poderá facilmente fazê-lo no separador "Entidade" > "Utilizadores".
Sim, poderá personalizar os documentos em Entidade > Configurar.
Uma fatura consiste num documento a emitir sempre que é efetuada uma transmissão de bens ou prestação de serviços. A diferença entre estes dois documentos é que nas faturas simplificadas não é necessário introduzir os nomes, firmas ou denominações sociais, sede ou domicilio do adquirente, e os números de identificação fiscais dos sujeitos não passivos, a não ser que estes o solicitem.

Atenção: as faturas simplificadas só podem ser emitidas até ao valor de 1.000€ em casos de transmissões de bens efetuados por retalhistas ou vendedores ambulantes a não sujeitos passivos, e até 100€ em outras transmissões de bens e prestações de serviços.
São documentos retificativos, caso se tenha enganado no valor que faturou ao seu cliente. Pode realizar uma nota de crédito ou de débito como valor total ou parcial da diferença, fazendo sempre referência ao nº da fatura retificada.

As Notas de Crédito servem para retificar, o valor parcial ou total da diferença, caso se tenha enganado no valor que cobrou ao seu cliente, ao emitir a fatura. Se a fatura tiver um valor superior ao faturado, terá emitir numa nova fatura.

As Notas de Débito servem para fazer ajustes, nomeadamente ao valor faturado, quando este foi emitido com o IVA errado.
Os Orçamentos e as Faturas Pró-forma diferenciam-se no tipo de produto, ou seja, o orçamento apresenta uma proposta de valor para a prestação de serviços, enquanto a Fatura Pró-forma apresenta uma proposta para empresas que comercializam bens.

Este tipo de documentos não são comunicados à Autoridade Tributária.
As faturas são sempre emitidas com um nome de série e um número correspondente. A um livro de faturas chama-se "Séries", e para um correto controlo, as faturas devem estar sempre organizadas sequencialmente e numa ordem crescente, por cada série.
Se precisar de anular uma fatura pode fazê-lo através da emissão de uma nota de crédito, que deve conter o nome, sede ou domicílio e número de identificação fiscal do adquirente, assim como fazer referência à fatura responsável pela anulação.
Um documento de transporte global é um documento emitido quando o destinatário dos bens não é conhecido, no momento da saída dos bens.
A emissão do documento de transporte global obriga à emissão de um documento de entrega efetiva do bem ao destinatário ou, no caso de saída de bens a incorporar em serviços prestados pelo remetente, o registo em documento próprio (folha de obra ou outro documento equivalente).
Sim. É obrigatório emitir faturas para todas as transações de bens e transmissões de serviços.
Segundo o Decreto-Lei n.º 198/2012, publicado a 24 de agosto, o agente económico é obrigado a comunicar à Autoridade Tributária os elementos das faturas que emite.
Deverá fazer a comunicação dos elementos das suas faturas até ao dia 25 do mês seguinte à data de emissão das faturas.
Pode fazer a sua comunicação através das seguintes formas:
  • Por transmissão eletrónica de dados em tempo real, integrada em programa de faturação eletrónico;
  • Por transmissão eletrónica de dados, mediante remessa de ficheiro normalizado estruturado com base no ficheiro SAF-T(PT);
  • Por inserção direta no Portal das Finanças.

Durante um ano civil, o agente económico deve manter a comunicação dos elementos das faturas por uma só modalidade, ou seja, aquela que escolher deverá ser mantida até ao final desse ano civil.
Os agentes económicos estão obrigados a comunicar à AT os seguintes elementos:
  • Número de identificação fiscal do emitente;
  • Número da fatura;
  • Data de emissão;
  • Tipo de documento;
  • Número de identificação fiscal do adquirente que seja sujeito passivo de IVA, quando tenha sido inserido no ato de emissão;
  • Número de identificação fiscal do adquirente que não seja sujeito passivo de IVA, quando este solicite a sua inserção no ato de emissão;
  • Valor tributável da prestação de serviços ou da transmissão de bens;
  • Taxas aplicáveis;
  • O motivo justificativo da não aplicação do imposto, se aplicável;
  • Montante de IVA liquidado.
Um ficheiro SAF- T (PT) contém toda a informação dos elementos da sua faturação. Se escolher fazer a comunicação por esta via, precisa de ir todos os meses ao Portal das Finanças submeter o ficheiro manualmente, caso tenha emitido faturas.
Se escolher fazer a comunicação manualmente, terá de introduzir os elementos necessários das faturas que emitiu, uma a uma, no Portal das Finanças.
Poderá realizar a comunicação da sua faturação, utilizando o iGEST, das seguintes formas:
1) Comunicação automática via Webservice: Para realizar a comunicação automaticamente deverá criar um sub-utilizador na AT. Ao aceder a "Entidade" > "Configurar" > "E-Fatura", verifique o Manual para seguir todos os passos na criação do sub-utilizador.

2) Envio do ficheiro SAF-T(PT) por email: Também poderá configurar para que o ficheiro seja enviado automaticamente para o seu email (ou para outro email, por exemplo, o do seu contabilista), definindo qual o dia e hora que o pretende receber. Depois, o ficheiro deverá ser reencaminhado para a AT.

3) Exportar o ficheiro SAF-T(PT) diretamente na plataforma: O utilizador pode gerar/extrair o ficheiro SAF-T(PT) de forma autónoma em "Relatórios" > SAF-T(PT)" > "Documentos Faturação". Após guardar o documento, deverá entrar no portal E-fatura e proceder ao seu envio.
A Autoridade Tributária define bens de circulação como todos os materiais que se encontrem fora dos locais de produção, fabrico, transformação, exposição ou dos estabelecimentos de venda. Todos os bens encontrados em veículos nos atos de descarga ou transbordo, bem como os bens expostos para venda em feiras e mercados.
A partir 1 de julho de 2013 passou a ser obrigatória a comunicação dos seus Documentos de Transporte à Autoridade Tributária, antes das mercadorias entrarem em circulação. Como tal, deve sempre comunicar à AT os documentos de transporte, independentemente de qualquer programa certificado que use. O iGEST ajuda-o a cumprir as suas obrigações e a facilitar a comunicação desses documentos.
Não existem diferenças de conteúdo entre a guia de transporte, a guia de remessa ou outros documentos a elas equivalentes, podendo ser utilizados de acordo com os usos comerciais. A Guia de Transporte é um documento que acompanha a circulação, em território nacional, dos bens que possam ser objeto de operações realizadas por sujeitos passivos de IVA (ressalvadas as devidas exclusões previstas no art. 3º do Regime de Bens em Circulação). Qualquer um destes documentos será um documento de transporte se contiver os elementos referidos no artigo 4º do Regime de Bens em Circulação.
Sim, se tiver um volume de negócios no período de tributação anterior superior a 100.00€ é obrigado a comunicar todos os elementos dos documentos de transporte à AT. Porém, são excluídos os documentos de transporte em que o destinatário ou adquirente seja consumidor final.
Os sujeitos passivos podem optar por este regime pelas seguintes vias de emissão:
  1. Por via eletrónica;
  2. Por programa informático certificado pela AT;
  3. Por programa informático produzido internamente pela empresa ou pelo grupo (cujos direitos de autor seja detentor);
  4. Através do Portal das Finanças;
  5. Em papel, utilizando-se impressos de tipografia autorizada.
Os sujeitos passivos de IVA têm que comunicar os documentos de transporte emitidos à AT, por uma das seguintes vias:
  • Através de serviço telefónico;
  • Por transmissão eletrónica de dados.

Neste último caso, pode fazê-lo, em tempo real, a partir do programa informático, utilizando o Webservice disponibilizado pela AT; através do envio de ficheiro exportado pelo programa informático de emissão, recorrendo à aplicação de envio de dados disponibilizada no Portal das Finanças na Internet www.portaldasfinancas.gov.pt e ainda através da emissão/comunicação direta no Portal das Finanças do documento de transporte.
O iGEST oferece-lhe a possibilidade de realizar esta comunicação através de:
  1. Comunicação direta com o portal E-Fatura (consulte o manual de configuração);
  2. Emissão de ficheiro SAF-T(PT) para documentos de transporte.
O documento de transporte deve conter obrigatoriamente os seguintes elementos:
  • Nome, firma ou denominação social, domicílio ou sede e número de identificação fiscal do remetente dos bens;
  • Nome, firma ou denominação social, domicílio ou sede do destinatário ou adquirente dos bens;
  • Número de identificação fiscal do destinatário ou adquirente, quando este seja sujeito passivo de IVA (art.º 2.º do CIVA);
  • Menção, sendo caso disso, de que o destinatário ou adquirente não é sujeito passivo de IVA;
  • Designação comercial dos bens, com indicação das quantidades;
  • Locais de carga e descarga;
  • Data e a hora em que se inicia o transporte.

Os documentos de transporte emitidos em papel devem ainda conter em impressão tipográfica:
  • A referência à autorização ministerial relativa à tipografia que os imprimiu;
  • A respetiva numeração atribuída;
  • Os elementos identificativos da tipografia, nomeadamente a designação social, sede e número de identificação fiscal.
Devem ser acompanhados pelo documento de transporte todos os bens em circulação em território nacional, que possam ser objeto de operações realizadas por sujeitos passivos de IVA.

Consideram-se, para estes efeitos, bens em circulação:
  • Todos os bens que se encontrem fora dos locais de produção, fabrico, transformação, exposição, dos estabelecimentos de venda por grosso e a retalho ou de armazém de retém, por motivo de transmissão onerosa, incluindo a troca, de transmissão gratuita, de devolução, de afetação a uso próprio, de entrega à experiência ou para fins de demonstração, ou de incorporação em prestações de serviços, de remessa à consignação ou de simples transferência;
  • Os bens encontrados em veículos nos atos de descarga ou transbordo, mesmo quando tenham lugar no interior dos estabelecimentos comerciais, lojas, armazéns ou recintos fechados, que não sejam casa de habitação;
  • Os bens expostos para venda em feiras e mercados.
Não. Caso comunique os seus documentos através do iGEST, o transportador fica dispensado da impressão do documento, bastando que disponha do código fornecido pela AT.
A falta ou o atraso da comunicação dos seus documentos de transporte é punível com coimas entre 150€ e 3.750€, como definido no art.117º do RGIT.
De acordo com as regras do art.117º do RGIT, estão excluídos de comunicar os documentos bens respeitantes a transações com países ou territórios terceiros quando em circulação em território nacional sempre que sujeitos a um destino aduaneiro, designadamente os regimes de trânsito e de exportação, nos termos do Regulamento (CEE) n.º 2913/92, do Conselho, de 12 de outubro.
Segundo o adiantamento da Lei nº198/2012, de 24 de agosto, constante no artigo 233 da Lei n.º 82-B/2014, as pessoas, singulares ou coletivas, que tenham sede, estabelecimento estável ou domínico fiscal em território português, que disponham de contabilidade organizada, e que tenham um volume de negócios superior a 100.000€, no exercício correspondente ao inventário, estão obrigadas à comunicação de inventários, até 31 de janeiro do ano seguinte.
O iGEST ajuda-o a submeter o ficheiro informático à Autoridade Tributária, em formato xml ou csv, assim como exigido pelas normas da AT (para melhor esclarecimento, consulte os manuais de apoio do iGEST, disponíveis após autenticação na plataforma, ou entre em contacto com o Apoio ao Cliente).
O Regime de IVA de Caixa, aprovado pelo Decreto-Lei nº 71/2013, é um regime simplificado e facultativo de tributação para todos os sujeitos passivos de IVA que não tenham atingido, no ano civil anterior, um volume de negócios, para efeitos de IVA, superior a 500.000€ e que preencham um conjunto de outros requisitos adicionais.
Sim, oferecemos suporte a todos os requisitos legais e funcionais associados ao novo regime de IVA de Caixa.

Para mais informações, contacte os nossos serviços de apoio (707 451 451 | apoio@igest.pt).
Não, a integração da plataforma PayPay com o iGEST é gratuita.
Para dispor da integração, deverá realizar a sua adesão gratuitamente em www.paypay.pt e enviar a documentação necessária para finalizar a sua adesão. Depois de aprovada, deverá ativar a integração com a plataforma de faturação iGEST.
A adesão à PayPay é gratuita e não tem mensalidades. Apenas tem um custo por cada transação, que é deduzido automaticamente ao transferir o valor para a sua conta bancária. Independentemente do número de referências emitidas, o custo incide apenas sobre as referências efetivamente pagas pelos seus clientes. Consulte o preçário em www.paypay.pt.
Para começar a emitir as faturas com referências diretamente a partir do iGEST, deverá clicar em "Entidade" - "Configurações" - "Integrações" e Autenticar a PayPay.
Ao emitir uma nova Fatura, caso não opte pela condição de "Pronto Pagamento" é lhe questionado se o pagamento será com ou sem referência. Caso opte "Sim, com referência", ao formalizar a fatura a referência será incorporada no documento.
Sim, poderá associar mecanismos de pagamento diretamente aos serviços ou produtos no seu site ou blog, bastando para isso configurar o botão em www.paypay.pt.
No menu do iGEST, "Relatórios -> Gestão de Referências", poderá consultar todo o histórico das suas referências emitidas nas Faturas, inclusive o estado, nomeadamente se este está pago ou por pagar.

Também poderá consultar o estado de pagamento de todas as referências em www.paypay.pt.
Após confirmação da receção dos pagamentos, a PayPay efetua a transferência para a sua conta bancária, deduzido o custo do serviço, no dia seguinte à receção dos valores.

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